Canadá em números! Em 2016, o país inteiro registrou somente 611 homicídios

É comum escutarmos ou lermos que o Canadá é um ótimo país para se viver, com boas oportunidades de emprego, segurança e qualidade de vida. Mas, além das experiências de algumas pessoas, que tal entendermos isso através de números? Se você ainda está na dúvida se o Canadá é para você, dá uma lida nesse texto para ter mais informações e poder tomar sua decisão.

A taxa de desemprego, de acordo com o último relatório em setembro de 2017, é de 6,2%. O emprego geral subiu 0,2% no terceiro trimestre, mas foi mais lento do que a taxa de crescimento de 0,5% no primeiro trimestre de 2017. Já no Brasil, o desemprego ficou em 13% no trimestre encerrado em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dando um total de 13,5 milhões de desempregados.

Ainda sobre o mercado de trabalho, os ganhos médios semanais dos empregados (não agrícolas) foram de $ 975, de acordo com o último relatório do governo canadense, em agosto deste ano. Em comparação com o mesmo mês em 2016, os ganhos aumentaram 1,7%. Em geral, essa mudança reflete uma série de fatores, incluindo ocupação, nível de experiência profissional e, também, a média de horas trabalhadas por semana, que, atualmente, é uma média de 32,8 horas por semana.

Outro ponto bastante relevante é a questão da segurança. O último relatório, de 2016, aponta que os homicídios representaram menos de 0,2% de todos os crimes violentos no Canadá. A polícia relatou 611 homicídios no país no passado, sendo 1,68 homicídios por 100.000 habitantes em 2016. Já o Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios, o que significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes, segundo o Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Os estudantes internacionais são considerados, cada vez mais, como um importante grupo de jovens para selecionar residentes permanentes. Em dezembro de 2015, havia 353 mil estudantes internacionais no Canadá, contra 84 mil em dezembro de 1995.

Esses e mais outros dados relacionados as mais diferentes áreas da sociedade podem ser encontrados no site oficial do governo do Canadá: https://www.statcan.gc.ca/eng/start

Como abrir uma conta bancária no Canadá

Nem pense que é um bicho de sete cabeças, a burocracia passa longe na hora de abrir uma conta bancária no Canadá. No país, existem várias opções de bancos que oferecem planos diferentes para estudantes e recém-chegados, os chamados “newcomers”. As taxas bancárias são inferiores às dos bancos brasileiros (ufa!) e os documentos exigidos são bem básicos: passaporte, segundo documento de identidade, que pode ser a carteira de motorista brasileira, comprovante de residência canadense (não pode ser hotel e similares) e o visto válido (turista, studypermit ou workpermit).

Os principais bancos presentes no Canadá são o Canadá Trust, Scotiabank, Bank of Montreal, HSBC, CIBC e RBC Royal Bank. No entanto, alguns detalhes são importantes e devem ser levados em consideração na hora de escolha:

Taxas: alguns bancos cobram taxas para a abertura de contas e para outras transações elas variam.

Transações: cheque o limite de transações permitidas (saques, transferências, compras a débito, etc.) e o valor cobrado para realizá-las e para as transações excedentes.

Cartão de crédito: Para ter um cartão de crédito você precisa fazer um depósito que fica retido e esse valor varia entre os bancos. Para quem pretende imigrar esse é um ponto importante para comprovar histórico de crédito no futuro.

Conta conjunta: Nem todos os bancos oferecem a opção de conta conjunta, então se você acha que pode vir a precisar, lembre de checar se o banco oferece essa possibilidade.

Talão de cheques: Alguns bancos cobram taxas pela emissão de talão de cheques e esse valor varia entre eles.

Praticidade: Dê uma pesquisada na quantidade de agências e ATM’s perto da sua casa ou local de trabalho para que você tenha mais praticidade no dia a dia. Saques realizados em caixas que não são do seu banco ou ATM’s são cobradas taxas extras.

A maioria dos bancos disponibiliza aplicativos de celular para você acompanhar, praticamente em tempo real, a movimentação e as compras realizadas através dos seus cartões, realizar pagamentos e fazer transferências. Com essa rápida atualização dos cartões, você consegue acompanhar se você ainda tem limite e, se desejar, pode fazer pequenos pagamentos durante o mês para liberar o seu crédito e fazer novas compras.

Algo que faz muita diferença no sistema bancário canadense e é bastante utilizado por lá é o Interac e-Transfer, uma maneira prática e segura de fazer transferências entre contas bancárias através do e-mail da pessoa. A transferência pode ser realizada entre pessoas que podem ser do mesmo banco ou de bancos diferentes, desde que aceite esse sistema.

A Hi Bonjour tem parceria com gerentes de bancos brasileiros em várias agências e bancos espalhados pelo Canadá. Para mais informações, basta entrar em contato com a gente pelo contato@hibonjour.com.br. 😉

Como funciona o sistema educacional na Austrália?

Estudantes e Trabalhadores temporários que escolhem a Austrália como destino para intercâmbio e têm filhos em idade escolar podem matricular seus filhos em escolas australianas. Os tipos de escolas disponíveis na Austrália incluem escolas públicas e não públicas, mas para os residentes temporários, mesmo para as públicas, existem exigências relacionadas à matrícula e tarifas que variam de acordo com o local onde se está morando. Em alguns casos, os pais podem solicitar taxa de isenção. A inscrição em uma escola pública é geralmente aceita para a duração do visto dos pais e está sujeito à política, os termos e condições de admissão.

Na Austrália, a educação é obrigatória para crianças entre 6 e 17 anos. As escolas primárias dão apoio a estudantes internacionais com o aprendizado do inglês, enquanto realizam aulas normais com os demais estudantes. Já o aluno do ensino secundário, precisa de boas habilidades de língua inglesa, sendo assim, pode ser exigido que ele faça um curso de inglês intensivo antes de ingressar na sua nova escola caso não tenha o nível desejado de conhecimento do idioma. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 15h30. No calendário escolar é dividido em quatro termos (ou sessões) que, geralmente, começam no final de janeiro ou início de fevereiro e segue até dezembro. Há um curto intervalo entre os termos e um mais longo no verão.

Se o seu filho ainda não possui idade escolar, é possível colocá-lo em uma Childcare, que são centros de assistência à infância, que atendem crianças do nascimento até os cinco anos de idade. O governo estabelece limites para o número de crianças em cada centro, por isso é importante ficar atento aos prazos de inscrição. O horário de funcionamento das “childcare” é das 7h às 18h nos dias úteis. Porém, algumas ficam abertas por mais tempo. A diária custa, aproximadamente, 80 dólares australianos.

No site oficial do governo australiano é possível encontrar detalhes, em português, sobre escolas para filhos de residentes temporários. É só acessar esse link: https://www.studyinaustralia.gov.au/brazil/australian-education/bringing-your-children

Tirou todas as suas dúvidas? Ainda não? Entre em contato cm a gente e embarque numa super aventura pela Austrália com a ajuda da Hi Bonjour: http://wordpress-154790-445531.cloudwaysapps.com/solicitar-orcamento/