Como é viver em casa de família em um intercâmbio

Homestay é uma das opções mais indicadas para uma total imersão na cultura de outro país

 

Um bom intercâmbio começa muito antes de chegar ao destino, pois é preciso organização e escolhas que são determinantes para a viagem. Essa experiência fica ainda melhor quando, mesmo em outro país, o estudante se sente em casa. Por isso, uma das principais preocupações dos intercambistas é a hospedagem. Para uma total imersão na cultura de outro país, uma das opções mais indicadas é a “homestay” ou casa de família, pois nessa convivência diária com os anfitriões, é possível usufruir do estilo de vida local e ter uma boa oportunidade de melhorar ainda mais o idioma.

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Essa foi a opção escolhida por Karina Sonaglio durante seus seis meses de intercâmbio em Montreal, no Canadá. “A hospedagem em casa de família, ao meu ver, é a melhor opção para quem quer mergulhar de cabeça em uma nova cultura. Faria a mesma escolha mil vezes”, afirmou ela. Nesse tipo de acomodação, o estudante pode escolher se fica num quarto individual ou compartilhado e a quantidade de refeições incluídas no pacote.

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As famílias que fazem parte desse tipo de programa já são acostumadas a receber estudantes internacionais e, às vezes, tem mais de um estudante na casa ao mesmo tempo, o que proporciona um intercâmbio cultural ainda mais forte. “O casal tinha duas filhas, de 20 e 22 anos, e uma cachorrinha e a rotina deles era um pouco corrida. Tínhamos nosso contato a partir do momento em que eu chegava em casa, por volta das 18h30, quando jantávamos juntos. Normalmente eu, o casal e outras duas intercambistas que também moravam na casa”, detalha Karina. As famílias são escolhidas com base no perfil do estudante que levam em conta, por exemplo, se ele tem alguma alergia ou restrição.

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Para Karina um dos pontos positivos é a possibilidade de manter contato com a hostfamily mesmo depois de já ter voltado ao Brasil. “Eu continuo tendo uma família canadense. Fui muito feliz com a minha host Family e ainda tenho contato com eles”, conclui. Na convivência com os anfitriões, vale sempre o bom senso e a disponibilidade para se adaptar à nova rotina para que a experiência seja a melhor possível.

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